Rosangela Demetrio


Um vírus capaz de transformar o mundo

Nos últimos meses, tenho ficado cada vez mais assustada e triste com as notícias da área médica, que relatam o poder de destruição do vírus Zika. É muito difícil aceitar que um mosquito transmita um vírus para uma determinada gestante e, por causa desse vírus, uma criança tenha seu mundo totalmente transformado em algo que ainda não sabemos qual será o resultado final, mas que certamente terá uma evolução muito diferente das crianças não afetadas.

Crianças com microcefalia vão marcar uma geração inteira. Isso é uma lástima. Como será o futuro dessas crianças? Até que idade sobreviverão na esperança de dias melhores? O governo precisa investir tudo que for necessário em pesquisa e no combate a esse mosquito que veio para causar danos irreparáveis ao ser humano.

E não é só a questão da microcefalia que está preocupando as autoridades médicas. Pesquisas sobre o Zika têm sido feitas em diversos lugares do mundo. Segundo a Agência Fapesp de notícias, estudos recentes abordaram o caso de um bebê nascido sem microcefalia, mas com severas lesões cerebrais e na retina, causadas pelo vírus. O estudo em questão foi realizado por cientistas da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo e da Fundação Altino Ventura, de Pernambuco. A criança nasceu com tamanho e peso considerados dentro do esperado, mas, alguns dias após, revelou um quadro anormal, começando a ter convulsão e tendo de voltar ao hospital. Após exames, foi detectada calcificação cerebral, além de aumentos dos ventrículos e lesão grave na retina, semelhante àqueles encontradas em bebês com microcefalia.

Que caso intrigante. A mãe não teve sintomas do Zika na gestação e o bebê nasceu sem a microcefalia. Até aí, tudo indicava normalidade dessa criança. Entretanto, isso não impediu o ataque silencioso do vírus. Apesar das aparências, o bebê teve complicações importantes que afetarão rigorosamente a sua vida e para sempre. É com se o mundo dessa família tivesse desabado.

A minha questão é: será que, se fosse detectado o vírus Zika na gestante antes do parto, esse bebê poderia ter sido tratado e o vírus combatido? Ou isso não faria diferença? Talvez a inclusão de um teste no pré-natal pudesse ajudar nessa guerra contra o vírus.

Eu, como leiga, fico pensando e tentando achar uma solução, mas o que posso fazer de concreto é apresentar minha preocupação e tentar sinalizar para o governo que precisamos de mais investimentos em pesquisa. A verdade é que estamos engatinhando nesse guerra contra o Zika. Onde vamos parar?

A reportagem da Agência Fapesp sobre o bebê pode ser acessada na íntegra pelo link: http://agencia.fapesp.br/confirmado_caso_de_bebe_sem_microcefalia_com_lesao_cerebral_e_ocular_causada_por_zika/23339/

Rosângela Demetrio é jornalista e tem um blog em que divulga seus artigos: https://rosangelademetrio.wordpress.com

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O grafeno veio para ficar

Grafeno… Quando ouvi esta palavra pela primeira vez, logo associei a grafite, lápis, ponta de lápis. Frágil? Imagina. O grafeno é sim grafite, mas está longe de ser frágil.

O grafeno está sendo considerado o material bidimensional mais fino e resistente do planeta. Duzentas vezes mais resistente que o aço, leve, transparente e flexível, além de ser um excelente condutor de eletricidade e calor, o grafeno poderá revolucionar a indústria e ser utilizado em breve em áreas, como: defesa, eletroeletrônicos (telas finas para touch screen), semicondutores, de produtos como plástico ou látex, de televisões e smartphones, com displays flexíveis e transparentes, até na área de membranas com aplicações na desalinização da água do mar ou na área médica.

Mas o que é o grafeno? É basicamente uma película fina de grafite que possui uma estrutura hexagonal de átomos, que o transforma numa camada de carbono. É uma questão de química. O mesmo grafite frágil do lápis, se transforma num material altamente resistente e muito fino. Imagine que três milhões de camadas de grafeno, uma sobre a outra, medirão 1 milímetro de altura no total. É muito fino, além de transparente, flexível e resistente.

Com tantas vantagens, o material está recebendo atenção da comunidade científica brasileira. Grupos de pesquisadores têm estudado o grafeno e seu leque de utilidades tem sido cada vez mais amplo.

Devido a essas possibilidades, foi inaugurado em março deste ano, um centro de pesquisa com a finalidade de estudar e desenvolver grafeno de alta qualidade. Segundo pesquisadores envolvidos no projeto, o grande desafio está em produzir grandes quantidades de grafeno de alta qualidade.

Esse centro de pesquisa em grafeno, o primeiro da América Latina, fica em São Paulo, no campus Higienópolis da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Trata-se do MackGraphe Centro de Pesquisas Avançadas em Grafeno, Nanomateriais e Nanotecnologias. O projeto é uma parceria do Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM) e da Universidade Presbiteriana Mackenzie e conta com o apoio da Fapesp para desenvolver as pesquisas que envolvem materiais bidimensionais e exploram as propriedades do grafeno, precursor da família desse tipo de materiais.

A espessura de um átomo e a flexibilidade são vantagens que atraem o setor industrial. Já imaginou poder dobrar um celular sem danificá-lo? Devido a sua alta capacidade de condução de energia, o recarregamento de baterias de smartphones e tablets à base de grafeno será muito mais rápido, algo em torno de 15 minutos. Será a própria demanda industrial que vai forçar o desenvolvimento de pesquisas para a melhor utilização do óxido de grafeno, com melhor qualidade.

Para informações mais detalhadas, acesse o site: http://canaltech.com.br/materia/produtos/grafeno-conheca-o-material-que-vai-revolucionar-a-tecnologia-do-futuro-25436/

Rosângela Demetrio é jornalista e tem um blog com seus artigos publicados: https://rosangelademetrio.wordpress.com



SIMASP – o evento referência da Oftalmologia brasileira
12/04/2016, 12:37
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Anualmente, acontece o SIMASP – Simpósio Internacional Moacyr Álvaro, que já está em sua 39ª edição. Trata-se de um dos principais eventos da Oftalmologia no mundo, organizado pelo Departamento de Oftalmologia e Ciências Visuais da Escola Paulista de Medicina/UNIFESP, que será de 25 a 27 de fevereiro, no Maksoud Plaza, em São Paulo.

O tema do congresso deste ano será “Oftalmologia Regenerativa”, em que serão abordados os principais avanços do segmento nos últimos anos, tanto no diagnóstico, quanto no tratamento das principais doenças oculares que acometem a população mundial. Toda a grade científica que será apresentada no evento foi preparada pelo corpo docente da Oftalmologia da EPM/Unifesp, com o cuidado de integrar a pesquisa feita na Universidade, com a prática clínica diária, incluindo temas voltados à Oftalmologia regenerativa, que a cada dia torna-se mais presente na prática desses profissionais.

Os principais oftalmologistas do Brasil e de outros países estarão presentes, ministrando palestras e mediando discussões nas mais diversas subespecialidades da Oftalmologia. Trabalhos científicos serão apresentados, com a participação de convidados de renome internacional. Estão sendo esperados cerca de 2 mil participantes entre pesquisadores, professores, alunos de graduação e pós-graduação, médicos oftalmologistas, enfermeiros, tecnólogos, ortoptistas e outros profissionais da área da saúde.

No andar expositivo do congresso, estarão os fornecedores de equipamentos médicos, representantes comerciais de laboratórios farmacêuticos, fabricantes de equipamentos cirúrgicos, no intuito de apresentar o que existe de mais avançado em tecnologia e também para facilitar o contato com os oftalmologistas que estarão circulando pelos corredores do evento.

Certamente, será um momento único para os participantes, que poderão se atualizar com as inovações do segmento. O Simasp também é esperado devido à oportunidade de confraternização que oferece às diversas turmas de pós-graduação ou residência em Oftalmologia que vêm se formando a décadas na EPM e que aproveitam para renovar seus contatos e interagirem.

Rosângela Demetrio é jornalista (https://rosangelademetrio.wordpress.com)



A hora e a vez dos drones

Cada vez mais os drones ganham destaque em matérias da internet e nos telejornais. Eles vieram com tudo e prometem aparecer ainda mais.

Mas, o que são drones?

 

A definição de drone dada pela enciclopédia livre da internet, a Wikipédia, é:

“Veículo aéreo não tripulado (VANT) ou drone (zangão, em inglês) é todo e qualquer tipo de aeronave que não necessita de pilotos embarcados para ser guiada. Esses aviões são controlados a distância por meios eletrônicos e computacionais, sob a supervisão e governo humanos, ou sem a sua intervenção, por meio de Controladores Lógicos Programáveis (CLP).”.

Praticamente, drones são pequenas aeronaves, como os aeromodelos, que são guiados eletronicamente a distância. A grande relevância dos drones, e o que muitos já descobriram, é a versatilidade do seu uso, que tanto pode ser para praticar o bem, como para praticar o mal. Depende de quem o está guiando…

Há quinze dias, no meu mais recente trabalho como assessora de casamentos, os noivos haviam contratado um fotógrafo, que eu ainda não conhecia. Eu o aguardava para orientá-lo, assim como aguardava a banda, o buffet e a decoradora. Mas, ele me surpreendeu logo de cara ao chegar com um drone.

Por terem sido, tanto o casamento, como a festa, realizados na igreja, um local fechado, eu não imaginei que seriam captadas imagens aéreas. Pois foi feito com a maior naturalidade do mundo. O fotógrafo guiou o drone, equipado com acessórios de captação de imagem, para o alto e o resultado foi sensacional: fotos aéreas, como se tivessem sido feitas de um helicóptero.

Esse é apenas um dos usos do drone. Recentes avanços estão surgindo na área da tecnologia da computação, envolvendo esses aparelhos, que aparecem cada vez mais em pesquisas acadêmicas, relacionados a diversos setores, mas principalmente ao seu uso na agricultura. Eles estão sendo vistos como ferramentas de custo relativamente baixo, diante da abrangência de sua utilidade, podendo receber equipamento de filmagem e foto, além de diversos tipos de sensores, que os tornam capazes de fazer um verdadeiro monitoramento de áreas agrícolas.

Por outro lado, em regiões de conflito, como no Oriente Médio, drones podem ser equipados com bombas e transformarem-se em robôs kamikazes. Ou mesmo podem ser utilizados em espionagem tanto em caso de guerra, como espionagem industrial. Essa nova invenção do homem tem a imaginação como limite e promete ir longe… Basta saber usá-la.

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Boa notícia para o Agronegócio
06/01/2016, 09:18
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A pulverização de defensivos agrícolas poderá ser feita automaticamente

Em minha busca diária por novidades e assuntos que possam interessar aos leitores deste jornal, deparei-me com uma que vale a pena destacar, tanto pela usabilidade do produto desenvolvido quanto pelo empenho de quem o desenvolveu.

Atualmente, a aplicação de defensivos é, em sua maioria, feita com a utilização de pequenas aeronaves pilotadas, por meio das quais, o piloto aciona manual e intuitivamente o sistema de pulverização, sobre faixas paralelas e perpendiculares ao sentido do vento. A aeronave é conduzida diversas vezes sobre as faixas para garantir que todo o plantio seja pulverizado. Durante esse processo, o desperdício e a falta de segurança acarretam prejuízos, que acabam por interferir no preço final do produto.

Visando a alcançar um equilíbrio econômico, social, ambiental e de segurança nessa atividade, uma equipe liderada pelo pesquisador Fernando Garcia Nicodemos, sócio-diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa NBC Sistemas Embarcados Ltda., de São José dos Campos (SP), desenvolveu, com o apoio da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), projeto para a automatização de processos da aviação agrícola.

O título do projeto é SECA, que significa Sistema Embarcado de Controle Automático: desenvolvimento de um novo algoritmo e equipamento para automatização da aplicação de agrodefensivos em aeronaves agrícolas. Mais informações sobre o projeto podem ser obtidas pelo link: http://www.bv.fapesp.br/pt/auxilios/47509/seca-sistema-embarcado-de-controle-automatico-desenvolvimento-de-um-novo-algoritmo-e-equipamento-p/

Segundo a Agência Fapesp, “a tecnologia substitui o procedimento de controle e atuação manual por um equipamento dotado de um hardware embarcado de tempo real e um sistema eletromecânico com sensor e atuador que, integrado aos demais componentes da plataforma, auxilia na realização da aplicação autônoma, sem participação do piloto, podendo gerar uma economia de, no mínimo, 10% de agrodefensivos e de 5% de combustível”. Ou seja, o equipamento controla automaticamente a vazão do agrodefensivo aplicado, regulando sua saída pelo pulverizador.

O projeto percorreu diversos âmbitos, que vão desde o desenvolvimento de um novo algoritmo, a modelagem, simulação e tudo com muito empenho. Ainda, segundo a Agência Fapesp, a empresa agora trabalha na certificação da linha de produtos junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), vai também criar campanhas comerciais e na fabricar itens de demonstração, treinamento e divulgação.

Essas e outras informações sobre o projeto estão no site da Agência Fapesp. A íntegra pode ser obtida pelo link: http://agencia.fapesp.br/empresa_desenvolve_equipamento_para_aplicacao_automatizada_de_agrodefensivos/22489/



MOSCA GIGANTE VIVE NO BRASIL
06/01/2016, 09:17
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Você sabia que existem 12 mil espécies de moscas, mosquitos, borrachudos e mutucas, insetos da ordem Diptera, que vivem no Brasil? E este número promete aumentar. No mês de novembro foram descritas em dois trabalhos de pesquisa diferentes, financiados pela Fapesp, nove espécies de mosca-soldado e duas espécies de moscas-gigantes, as maiores do mundo.

Segundo a Agência Fapesp, a maior mosca que existe é brasileira, a Gauromydas heros, que mede 6 cm desde a ponta do abdômen até a ponta da cabeça. Normalmente, as moscas comuns medem 0,5 cm. As moscas gigantes passam grande parte da vida como larvas, tendo uma fase adulta curta.

Há registros de que, em 2000, uma mosca da espécie G.heros foi vista no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas, medindo 7 cm de comprimento. Fato que me remete a uma triste reflexão: depois dos últimos acontecimentos ecológicos naquela região, com a quebra da barragem de uma mineradora na cidade de Mariana (MG), talvez nem mesmo as moscas tenham sobrevivido. Que lástima!

Pessoas comuns como eu, não costumam pensar muito sobre moscas. Mas, existem pessoas que dedicam uma vida toda a estudá-las. É o caso da zoóloga Julia Calhau, que foi entrevistada pela Agência Fapesp. Ela estuda moscas desde 1998 e atualmente faz pós-doutorado na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), em Dourados (MS). Pela entrevista da doutora, notei que as espécies deste inseto variam de região para região. A G. papaveroi, que mede 4 cm, é encontrada no Pará, no Amazonas e em Santa Catarina, além de na região de Salta, na Argentina, e na Costa Rica.

Deve ser extremamente difícil estudar espécies diversas de insetos, seus hábitos, comportamento, como se reproduzem e sua evolução. Na matéria da Agência Fapesp consta que grande parte do que se sabe sobre os hábitos dos indivíduos das novas espécies de moscas, é resultado de estudos publicados nos anos 1940, feitos pelo entomólogo tcheco José Francisco Zikán, que emigou para o Brasil em 1902 e as estudou por 40 anos no Parque Nacional de Itatiaia, no Rio de Janeiro.

Em respeito às moscas, não vamos confundí-las com vespas, nem com marimbondos. Elas não transmitem doenças e nem têm importância econômica ou agrícola, mas existem e são a razão do estudo e, por que não dizer, da vida de muitas pessoas. Se você achou esse tema interessante e quer saber mais, acesse o link http://agencia.fapesp.br/novas_especies_de_moscas_sao_gigantes_e_tem_cara_de_marimbondo/22400/.

Rosângela Demetrio é jornalista e estudiosa de temas ligados à Cultura de Paz (rodemetrio@gmail.com).



A polêmica da cafeína
06/01/2016, 09:14
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Sou suspeita para falar da cafeína. Como amante de um bom e forte cafezinho, fica difícil ponderar a respeito.

Levando em conta tantos estudos que dizem que a cafeína pode ser remédio ou veneno para o ser humano, resolvi deixar de ser uma mera apreciadora desta bebida, para ler e aprender um pouco mais sobre o tema. A primeira informação que obtive é interessante: a diferença pode estar ligada à idade de quem ingere o café.  Nos adultos, parece proteger o cérebro de danos causados pelo estresse e seus consequentes quadros depressivos. Já na vida intrauterina pode prejudicar o desenvolvimento cerebral e apresentar fator de risco para doenças, como epilepsia, por exemplo. Essas conclusões foram tiradas de estudos feitos com camundongos, apresentados durante a edição deste ano do Congresso Mundial do Cérebro, realizado no Rio de Janeiro, no início de julho.

Interessante também é saber como um dos grupos de pesquisa, formado por alemães, americanos e brasileiros, conseguiu reproduzir nos camundongos, situações semalhantes às que afligem os humanos, como depressão causada por desgraças do dia-a-dia. Eles utilizaram ações como: agitar a caixa onde estavam, deixá-los com pouca alimentação temporariamente, banho de água fria, nado forçado etc. As cobaias tiveram seu comportamento avaliado e testado. Um roedor em condições normais, tenta nadar e escapar daquela água a todo custo. Se estiver deprimido, ele desiste logo e começa a boiar… Os ratinhos tratado com cafeína apresentaram menos sintomas depressivos, durante os experimentos.

Já uma equipe de pesquisadores franceses estudou sobre os efeitos da cafeína durante a gestação e a lactação em camundongos. As fêmeas foram habituadas a beber café diluído na água, o equivalente a duas ou três xícaras por dia. Depois, foi-lhes ofertado café na gestação e período de lactação. Observou-se que houve um desequilíbrio no processo cerebral dos filhotes e posteriormente nos camundongos adultos, causado pelo atraso da migração dos neurônios.

Para pessoas leigas, como eu, achei muito interessante a pesquisa, para entender o processo da cafeína e o porquê dela ser considerada remédio para alguns e veneno para outros…

Sabemos que não é só o café que contem cafeína, mas também os refrigerantes, chás, energéticos, entre outros. Fiquei feliz com o aprendizado, pois o café está presente na minha rotina e sempre é um prazer apreciá-lo, com moderação.

Rosângela Demetrio é jornalista e ativista pela Cultura da Paz. (rodemetrio@gmail.com)