Rosangela Demetrio


SIMASP – o evento referência da Oftalmologia brasileira
12/04/2016, 12:37
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Anualmente, acontece o SIMASP – Simpósio Internacional Moacyr Álvaro, que já está em sua 39ª edição. Trata-se de um dos principais eventos da Oftalmologia no mundo, organizado pelo Departamento de Oftalmologia e Ciências Visuais da Escola Paulista de Medicina/UNIFESP, que será de 25 a 27 de fevereiro, no Maksoud Plaza, em São Paulo.

O tema do congresso deste ano será “Oftalmologia Regenerativa”, em que serão abordados os principais avanços do segmento nos últimos anos, tanto no diagnóstico, quanto no tratamento das principais doenças oculares que acometem a população mundial. Toda a grade científica que será apresentada no evento foi preparada pelo corpo docente da Oftalmologia da EPM/Unifesp, com o cuidado de integrar a pesquisa feita na Universidade, com a prática clínica diária, incluindo temas voltados à Oftalmologia regenerativa, que a cada dia torna-se mais presente na prática desses profissionais.

Os principais oftalmologistas do Brasil e de outros países estarão presentes, ministrando palestras e mediando discussões nas mais diversas subespecialidades da Oftalmologia. Trabalhos científicos serão apresentados, com a participação de convidados de renome internacional. Estão sendo esperados cerca de 2 mil participantes entre pesquisadores, professores, alunos de graduação e pós-graduação, médicos oftalmologistas, enfermeiros, tecnólogos, ortoptistas e outros profissionais da área da saúde.

No andar expositivo do congresso, estarão os fornecedores de equipamentos médicos, representantes comerciais de laboratórios farmacêuticos, fabricantes de equipamentos cirúrgicos, no intuito de apresentar o que existe de mais avançado em tecnologia e também para facilitar o contato com os oftalmologistas que estarão circulando pelos corredores do evento.

Certamente, será um momento único para os participantes, que poderão se atualizar com as inovações do segmento. O Simasp também é esperado devido à oportunidade de confraternização que oferece às diversas turmas de pós-graduação ou residência em Oftalmologia que vêm se formando a décadas na EPM e que aproveitam para renovar seus contatos e interagirem.

Rosângela Demetrio é jornalista (https://rosangelademetrio.wordpress.com)

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A hora e a vez dos drones

Cada vez mais os drones ganham destaque em matérias da internet e nos telejornais. Eles vieram com tudo e prometem aparecer ainda mais.

Mas, o que são drones?

 

A definição de drone dada pela enciclopédia livre da internet, a Wikipédia, é:

“Veículo aéreo não tripulado (VANT) ou drone (zangão, em inglês) é todo e qualquer tipo de aeronave que não necessita de pilotos embarcados para ser guiada. Esses aviões são controlados a distância por meios eletrônicos e computacionais, sob a supervisão e governo humanos, ou sem a sua intervenção, por meio de Controladores Lógicos Programáveis (CLP).”.

Praticamente, drones são pequenas aeronaves, como os aeromodelos, que são guiados eletronicamente a distância. A grande relevância dos drones, e o que muitos já descobriram, é a versatilidade do seu uso, que tanto pode ser para praticar o bem, como para praticar o mal. Depende de quem o está guiando…

Há quinze dias, no meu mais recente trabalho como assessora de casamentos, os noivos haviam contratado um fotógrafo, que eu ainda não conhecia. Eu o aguardava para orientá-lo, assim como aguardava a banda, o buffet e a decoradora. Mas, ele me surpreendeu logo de cara ao chegar com um drone.

Por terem sido, tanto o casamento, como a festa, realizados na igreja, um local fechado, eu não imaginei que seriam captadas imagens aéreas. Pois foi feito com a maior naturalidade do mundo. O fotógrafo guiou o drone, equipado com acessórios de captação de imagem, para o alto e o resultado foi sensacional: fotos aéreas, como se tivessem sido feitas de um helicóptero.

Esse é apenas um dos usos do drone. Recentes avanços estão surgindo na área da tecnologia da computação, envolvendo esses aparelhos, que aparecem cada vez mais em pesquisas acadêmicas, relacionados a diversos setores, mas principalmente ao seu uso na agricultura. Eles estão sendo vistos como ferramentas de custo relativamente baixo, diante da abrangência de sua utilidade, podendo receber equipamento de filmagem e foto, além de diversos tipos de sensores, que os tornam capazes de fazer um verdadeiro monitoramento de áreas agrícolas.

Por outro lado, em regiões de conflito, como no Oriente Médio, drones podem ser equipados com bombas e transformarem-se em robôs kamikazes. Ou mesmo podem ser utilizados em espionagem tanto em caso de guerra, como espionagem industrial. Essa nova invenção do homem tem a imaginação como limite e promete ir longe… Basta saber usá-la.

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Boa notícia para o Agronegócio
06/01/2016, 09:18
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A pulverização de defensivos agrícolas poderá ser feita automaticamente

Em minha busca diária por novidades e assuntos que possam interessar aos leitores deste jornal, deparei-me com uma que vale a pena destacar, tanto pela usabilidade do produto desenvolvido quanto pelo empenho de quem o desenvolveu.

Atualmente, a aplicação de defensivos é, em sua maioria, feita com a utilização de pequenas aeronaves pilotadas, por meio das quais, o piloto aciona manual e intuitivamente o sistema de pulverização, sobre faixas paralelas e perpendiculares ao sentido do vento. A aeronave é conduzida diversas vezes sobre as faixas para garantir que todo o plantio seja pulverizado. Durante esse processo, o desperdício e a falta de segurança acarretam prejuízos, que acabam por interferir no preço final do produto.

Visando a alcançar um equilíbrio econômico, social, ambiental e de segurança nessa atividade, uma equipe liderada pelo pesquisador Fernando Garcia Nicodemos, sócio-diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa NBC Sistemas Embarcados Ltda., de São José dos Campos (SP), desenvolveu, com o apoio da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), projeto para a automatização de processos da aviação agrícola.

O título do projeto é SECA, que significa Sistema Embarcado de Controle Automático: desenvolvimento de um novo algoritmo e equipamento para automatização da aplicação de agrodefensivos em aeronaves agrícolas. Mais informações sobre o projeto podem ser obtidas pelo link: http://www.bv.fapesp.br/pt/auxilios/47509/seca-sistema-embarcado-de-controle-automatico-desenvolvimento-de-um-novo-algoritmo-e-equipamento-p/

Segundo a Agência Fapesp, “a tecnologia substitui o procedimento de controle e atuação manual por um equipamento dotado de um hardware embarcado de tempo real e um sistema eletromecânico com sensor e atuador que, integrado aos demais componentes da plataforma, auxilia na realização da aplicação autônoma, sem participação do piloto, podendo gerar uma economia de, no mínimo, 10% de agrodefensivos e de 5% de combustível”. Ou seja, o equipamento controla automaticamente a vazão do agrodefensivo aplicado, regulando sua saída pelo pulverizador.

O projeto percorreu diversos âmbitos, que vão desde o desenvolvimento de um novo algoritmo, a modelagem, simulação e tudo com muito empenho. Ainda, segundo a Agência Fapesp, a empresa agora trabalha na certificação da linha de produtos junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), vai também criar campanhas comerciais e na fabricar itens de demonstração, treinamento e divulgação.

Essas e outras informações sobre o projeto estão no site da Agência Fapesp. A íntegra pode ser obtida pelo link: http://agencia.fapesp.br/empresa_desenvolve_equipamento_para_aplicacao_automatizada_de_agrodefensivos/22489/



MOSCA GIGANTE VIVE NO BRASIL
06/01/2016, 09:17
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Você sabia que existem 12 mil espécies de moscas, mosquitos, borrachudos e mutucas, insetos da ordem Diptera, que vivem no Brasil? E este número promete aumentar. No mês de novembro foram descritas em dois trabalhos de pesquisa diferentes, financiados pela Fapesp, nove espécies de mosca-soldado e duas espécies de moscas-gigantes, as maiores do mundo.

Segundo a Agência Fapesp, a maior mosca que existe é brasileira, a Gauromydas heros, que mede 6 cm desde a ponta do abdômen até a ponta da cabeça. Normalmente, as moscas comuns medem 0,5 cm. As moscas gigantes passam grande parte da vida como larvas, tendo uma fase adulta curta.

Há registros de que, em 2000, uma mosca da espécie G.heros foi vista no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas, medindo 7 cm de comprimento. Fato que me remete a uma triste reflexão: depois dos últimos acontecimentos ecológicos naquela região, com a quebra da barragem de uma mineradora na cidade de Mariana (MG), talvez nem mesmo as moscas tenham sobrevivido. Que lástima!

Pessoas comuns como eu, não costumam pensar muito sobre moscas. Mas, existem pessoas que dedicam uma vida toda a estudá-las. É o caso da zoóloga Julia Calhau, que foi entrevistada pela Agência Fapesp. Ela estuda moscas desde 1998 e atualmente faz pós-doutorado na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), em Dourados (MS). Pela entrevista da doutora, notei que as espécies deste inseto variam de região para região. A G. papaveroi, que mede 4 cm, é encontrada no Pará, no Amazonas e em Santa Catarina, além de na região de Salta, na Argentina, e na Costa Rica.

Deve ser extremamente difícil estudar espécies diversas de insetos, seus hábitos, comportamento, como se reproduzem e sua evolução. Na matéria da Agência Fapesp consta que grande parte do que se sabe sobre os hábitos dos indivíduos das novas espécies de moscas, é resultado de estudos publicados nos anos 1940, feitos pelo entomólogo tcheco José Francisco Zikán, que emigou para o Brasil em 1902 e as estudou por 40 anos no Parque Nacional de Itatiaia, no Rio de Janeiro.

Em respeito às moscas, não vamos confundí-las com vespas, nem com marimbondos. Elas não transmitem doenças e nem têm importância econômica ou agrícola, mas existem e são a razão do estudo e, por que não dizer, da vida de muitas pessoas. Se você achou esse tema interessante e quer saber mais, acesse o link http://agencia.fapesp.br/novas_especies_de_moscas_sao_gigantes_e_tem_cara_de_marimbondo/22400/.

Rosângela Demetrio é jornalista e estudiosa de temas ligados à Cultura de Paz (rodemetrio@gmail.com).



A polêmica da cafeína
06/01/2016, 09:14
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Sou suspeita para falar da cafeína. Como amante de um bom e forte cafezinho, fica difícil ponderar a respeito.

Levando em conta tantos estudos que dizem que a cafeína pode ser remédio ou veneno para o ser humano, resolvi deixar de ser uma mera apreciadora desta bebida, para ler e aprender um pouco mais sobre o tema. A primeira informação que obtive é interessante: a diferença pode estar ligada à idade de quem ingere o café.  Nos adultos, parece proteger o cérebro de danos causados pelo estresse e seus consequentes quadros depressivos. Já na vida intrauterina pode prejudicar o desenvolvimento cerebral e apresentar fator de risco para doenças, como epilepsia, por exemplo. Essas conclusões foram tiradas de estudos feitos com camundongos, apresentados durante a edição deste ano do Congresso Mundial do Cérebro, realizado no Rio de Janeiro, no início de julho.

Interessante também é saber como um dos grupos de pesquisa, formado por alemães, americanos e brasileiros, conseguiu reproduzir nos camundongos, situações semalhantes às que afligem os humanos, como depressão causada por desgraças do dia-a-dia. Eles utilizaram ações como: agitar a caixa onde estavam, deixá-los com pouca alimentação temporariamente, banho de água fria, nado forçado etc. As cobaias tiveram seu comportamento avaliado e testado. Um roedor em condições normais, tenta nadar e escapar daquela água a todo custo. Se estiver deprimido, ele desiste logo e começa a boiar… Os ratinhos tratado com cafeína apresentaram menos sintomas depressivos, durante os experimentos.

Já uma equipe de pesquisadores franceses estudou sobre os efeitos da cafeína durante a gestação e a lactação em camundongos. As fêmeas foram habituadas a beber café diluído na água, o equivalente a duas ou três xícaras por dia. Depois, foi-lhes ofertado café na gestação e período de lactação. Observou-se que houve um desequilíbrio no processo cerebral dos filhotes e posteriormente nos camundongos adultos, causado pelo atraso da migração dos neurônios.

Para pessoas leigas, como eu, achei muito interessante a pesquisa, para entender o processo da cafeína e o porquê dela ser considerada remédio para alguns e veneno para outros…

Sabemos que não é só o café que contem cafeína, mas também os refrigerantes, chás, energéticos, entre outros. Fiquei feliz com o aprendizado, pois o café está presente na minha rotina e sempre é um prazer apreciá-lo, com moderação.

Rosângela Demetrio é jornalista e ativista pela Cultura da Paz. (rodemetrio@gmail.com)

 

 



A VIDA HUMANA E AS BACTÉRIAS
06/01/2016, 09:12
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Encontro em São Paulo promete discutir o quanto existe de interdependência entre a vida humana e as bactérias

O tema é instigante. Logo pensamos: como assim? Interdependência? Será que dependemos das bactérias para viver? Nossa rotina atribulada, principalmente nos grandes centros, dificilmente nos permite reflexóes sobre a vida, sobre nossa existência, sobre o que precisamos e do que dependemos. Atualmente, talvez pelo escassez surreal de água  no estado de São Paulo, as pessoas começam a valorizar um pouco mais questões básicas, como a necessidade de chover, entre outras ações da natureza.

O que poucos sabemos é que para termos uma vida saudável, inclusive psíquica, nosso corpo convive com mais de 1 quatrilhão de bactérias. Pelo mundo todo, cientistas e pesquisadores atuam em trabalho árduo com laboratórios, tentando descobertas e conclusões, que tratem desses fenômenos naturais em nosso planeta, que interligam biomas, provocando uma rede inteira de interdependências. Mas, apesar de tantos estudos, o tema suscita uma infinidade de questionamentos. Essas complexas relações entre as formas de vida e os diversos ambientes começam a despertar o interesse também de pessoas comuns.

Acreditando nisso, o 117º Fórum do Comitê da Cultura de Paz, uma parceria UNESCO – Palas Athena, abordará o assunto, promovendo uma discussão saudável e desafiadora. Será no dia 4 de novembro, às 19h, no Auditório do MASP, com a presença do Dr. Georg Tuppy, que é médico, cardiologista clínico em Araçatuba-SP, interessado em Neurobiologia, com enfoque nos mecanismos do estresse infantil e adulto. Estuda os efeitos dos processos meditativos no humano e é um curioso da biologia geral.

Segundo os organizadores do encontro, ao longo do Fórum, o Dr. Georg Tuppy abrirá um panorama sucinto da biologia vegetal e dos mamíferos, passando pelos seus sistemas de comunicação, incluindo os celulares, e o papel assombroso das bactérias na vida humana, que participa de uma codependência que se mostra cada vez maior e profunda. A entrada é franca. Mais informações, pelo site www.palasathena.org.br.

Rosângela Demetrio é jornalista e ativista pela Cultura da Paz. (rodemetrio@gmail.com)



Oftalmologia em Evolução
06/05/2014, 11:03
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Oftalmologistas do mundo todo têm encontro marcado no SIMASP

 

O Departamento de Oftalmologia e Ciências Visuais da UNIFESP organiza e oferece aos médicos e profissionais envolvidos de alguma forma com esse segmento da medicina, a 37ª edição do Simpósio Internacional Moacyr Álvaro, SIMASP,  que tradicionalmente abre o calendário científico da Oftalmologia nacional.

O evento é organizado de forma especial e criteriosa, pela comissão organizadora e docentes da UNIFESP, com o objetivo de apresentar o que há de mais moderno, tanto em técnicas, como em procedimentos e recursos de última geração, que a evolução da ciência disponibiliza, no sentido de alcançar resultados cada vez mais satisfatórios.

Para os oftalmologistas, o SIMASP é imperdível, o ponto de encontro de toda uma categoria profissional, que em muito colabora para o desenvolvimento em ciência e pesquisa dentro da medicina. O tema em 2014 será “Oftalmologia em Evolução”, com ênfase na grande evolução técnica alcançada na especialidade, tanto no diagnóstico quanto no tratamento das principais doenças oculares, como glaucoma, estrabismo, retinopatia diabética, uveítes, catarata, ceratocone, linfomas, tumores, entre outras.

Um diferencial do evento deste ano será o “Espaço Precisão 2.0”, um espaço multimídia que disponibiliza muita tecnologia e interatividade, e promete atrair os mais “antenados”.

São oferecidos também cursos pré-congresso, com aulas práticas e teóricas, realizadas na própria UNIFESP. Além disso, os melhores trabalhos científicos enviados serão avaliados pela comissão do programa de pós-graduação do Departamento e serão premiados.

Profissionais do mundo todo estarão presentes, propiciando um networking e compartilhando knowhow no decorrer do Simpósio. As palestras e discussões terão abordagens que vão do básico ao mais avançado, sendo todas pertinentes à prática diária do Oftalmologista, e contarão com a participação dos maiores catedráticos em Oftalmologia e especialistas do País, e com o renomado corpo docente da UNIFESP, além de palestrantes internacionais, como: Prof. Alfredo Sadun, Prof. Emmett Cunninghamn, Prof. Robert Ritch, Prof. Terry Kim, Dr. Stuart P. Richer, Phillip Hoopes Jr. e Paul S. Bernstein, que vêm dos Estados Unidos; Prof. Francesco Bandello, da Itália; Prof. Miguel Burnier Jr. e Dr. David Yan, do Canadá; Prof. Serge Morax e Isabelle Badelon, da França; Eduardo Silva, de Portugal; Robert Ang, das Filipinas e Virgilio Morales-Cantón, do México.

Inscrições e todas as informações podem ser obtidas pelo site do SIMASP: www.oftalmo.epm.br/simasp2014/

SIMASP 2014 – Maksoud Plaza Hotel – São Paulo – de 13 a 15/fev/2014.

Rosângela Demetrio, jornalista, defensora de causas pela Cultura de Paz ( rodemetrio@gmail.com )