Rosangela Demetrio


Balas, confeitos e chocolates do Brasil conquistam novos mercados

Países como Hungria, Lituânia, Afeganistão, Chipre, Tanzânia e Uganda contribuíram para ampliar as exportações brasileiras de guloseimas em 8,3% de janeiro a novembro de 2010, chegando a US$ 9,2 milhões

Isso não acontece por acaso. O setor brasileiro de balas, confeitos e chocolates vem fazendo grandes investimentos para modernização da indústria, visando oferecer produtos com maior valor agregado ao consumidor. Além disso, investe também na participação em feiras internacionais de negócios, como a que acontece na próxima semana. A Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados), em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), organizou a participação de 28 empresas brasileiras na ISM 2011 (International Susswaren Messe), a maior feira de balas e chocolates do mundo, que se realiza de 30 de janeiro a 2 de fevereiro, em Colonia, na Alemanha.

O objetivo dessa participação é conquistar novos mercados e ampliar ainda mais as exportações. Lá estarão compradores e negociadores internacionais, que poderão fechar negócios envolvendo, em muitos casos, a produção do ano todo. O setor apresentou bom desempenho em 2010, o que entusiasmou a indústria a desenvolver 48 lançamentos, que serão apresentados ao mercado, durante a feira. O sucesso dessa indústria no ano passado revelou a criatividade de um setor que ainda não tem muita tradição, diante do mercado europeu, mas que está investindo bastante para tornar balas e chocolates brasileiros cada vez mais prestigiados e reconhecidos lá fora.

Segundo dados estimados pela ABICAB, a produção do setor para os mercados interno e externo cresceu em média 7% em volume, em relação ao ano anterior, tendo atingido 1,17 milhões de toneladas, em 2010. Esse montante consolidou a posição da indústria brasileira como a terceira maior produtora de balas, confeitos e chocolates do mundo, atrás apenas dos EUA e da Alemanha. Até novembro, as vendas do setor para 142 países chegaram a US$ 274,5 milhões, com um total de US$ 154,4 milhões em balas, confeitos, gomas e caramelos, US$ 115,1 milhões em chocolates, e US$ 4,9 milhões em amendoins, segundo dados da mesma Associação.

No domingo, 31 de janeiro, haverá um evento especial para a imprensa na ISM 2011, no qual as empresas apresentarão os lançamentos e a Abicab apresentará dados que envolvem os investimentos feitos pela indústria nacional em projetos de sustentabilidade ambiental e social, que justificam por que as fábricas brasileiras de guloseimas vêm conquistando certificados internacionais de sustentabilidade. Isso, certamente, firmará ainda mais a posição da indústria brasileira entre os maiores do setor.

Artigo publicado no Jornal Empresas & Negócios, em 27/01/2011.

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1 Comentário so far
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Pessoal
Estou fazendo meu trabalho de conclusao de curso e gostaria de receber dados atualizados da exportacao de candies em 2011.

Comentário por Paulo




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