Rosangela Demetrio


Expectativa promissora marca Feicon e Expolux

Na semana passada, a Feicon – 18ª Feira Internacional da Indústria da Construção e a Expolux – 12ª Feira Internacional da Indústria de Iluminação, apresentaram, na capital paulista, diversas inovações que estão chegando com força total no setor da construção civil

Esse é um mercado que promete grandes conquistas nos próximos anos. Em 2014, com a realização do Campeonato Mundial de Futebol no Brasil, as expectativas são de que os estádios recebam tudo o que há de mais moderno para atender a um público que certamente levará para fora suas impressões sobre nossas condições e nosso estilo de vida. A estimativa de investimentos é de US$ 2,5 bilhões em infra-estrutura no Brasil e um aumento do PIB do país em cerca de 0,5%. Isso sem falar nos Jogos Olímpicos de 2016, que demandarão investimentos mais grandiosos, pois incluem, além de hotéis, estádios e ginásios, toda uma estrutura olímpica para abrigar centenas de atletas e comissões esportivas que estarão envolvidos na competição.

Eventos de grande repercussão como os ligados ao esporte refletem para o mundo muito mais do que é divulgado pelos veículos da mídia na cobertura jornalística. É nos detalhes que o mundo poderá observar nossos anseios e valores, por exemplo, com relação ao trato com o meio ambiente. Entre atletas e esportistas, haverá também ecologistas, jornalistas internacionais e governantes, verificando como o processo será conduzido. Isso inclui atendimento, transporte, segurança, coleta de lixo. É… O lixo. Após os últimos acontecimentos no estado do Rio de Janeiro, creio ter ficado claro que de nada adianta jogarmos o lixo debaixo do tapete. Uma hora ele vai aparecer e poderá trazer sérias consequências.

Estou enfocando o tema ecologia para falar de algumas novidades que conheci na Feicon, que realmente são um avanço e podem significar uma preocupação com a preservação ambiental. Existem empresas que desenvolvem seus trabalhos e obtêm sucesso, utilizando produtos à base de lixo descartável. Essas, na minha visão, além de gerarem empregos e progresso, fazem uma faxina em nosso ecossistema. É o caso da Trisoft, empresa que apresentou na Feicon um produto chamado de Isosoft. Trata-se de uma lã de PET termoacústica, feita a partir da reciclagem de garrafas PET. Na produção da lã, eles retiram mais 300 garrafas PET do meio ambiente por minuto.  Esse produto vem como uma sugestão para substituir a lã de vidro e a lã de rocha nas construções, sendo 100% reciclável. Eu fiz uma conta simples: quanto mais lã de PET for produzida, menos garrafas PET estarão boiando em nossos rios e córregos. Essa ação, de cara já ganhou a minha simpatia, por isso considerei a possibilidade de incluí-la em meu artigo desta semana, pela visão futurística de preservação ambiental. Senti que ainda há esperanças.

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